segunda-feira, 7 de abril de 2008

Como se tivesse 10 anos!


BY Elisa de Paula.
"Nossa hoje tá parecendo que você tem 10 anos de idade. Tá boba. Parecendo uma criança". Não é que eu tô mesmo. Deve ser porque os meus problemas são de um adulto que tá parecendo uma criança. "Ah mas você não precisa passar por isso para parecer uma criança de 10 anos". Ah pera aí. Isso é um elogio. Que simples, que facíl. Tragam minhas contas e miçangas para eu fazer um colar e entregar a minha melhor amiga para ela entender que eu gosto dela. Traz também um papel de Trident para eu fazer um origami em formato de coração e mostrar o que eu sinto. "Ah eu te entendo. Dá medo essa história toda neh?. Como que faz para brincar sem os brinquedos antigos? Tá tudo tão mais difícil. Acho que vou fazer como você e deixar o tempo passar e ver oque acontece". Cuidado hen. As miçangas hoje em dia não são tão bem feitas. Vão se gastando e desgastando e quando você percebe o colar já virou pulseira e não cabe mais. E sabe oque é pior? É aí que você descobre que adorava aquele colar. "Ai que difícil né? Então como a gente faz". Não sei vamos comprar umas miçangas novas e tentar fazer um colar? Por favor bem coloridas hen.

domingo, 6 de abril de 2008

Tudo por um momento de solidão


BY Elisa de Paula
Parece o sintoma de uma crise bipolar. Depois de um momento de euforia eterna, chega um pensamento que te pede isolamento. Um sentimento que te pede solidão. E quem disse que solidão é ruim? O último barquinho no meio do mar pode ser aquele que tem o melhor lugar do mundo escondindo entre tábuas velhas e pregos enferrujados. Pode ser aquele que vai ficar a deriva por dias, mas que na volta vai te deixar em um lugar melhor ou apenas diferente.

sexta-feira, 4 de abril de 2008

Onde queria estar


BY Elisa de Paula
Cacimba do Padre/ Noronha

quinta-feira, 3 de abril de 2008



BY Elisa de Paula

Um cantinho de praia, cantinho de rio, cantinho de areia, cantinho pra mim. Um lugar para recuperar, para preservar e se manter. A força está mais próxima do que se parece e a fraqueza é só um lembrente.

Itamambuca querida.

segunda-feira, 17 de março de 2008

Calado



Quando não se sabe se cala. Quando não se tem certeza se espera. Quando precisa faz e não diz. Quando quer faz e não pede. Quando o tempo é preciso se espera. Quando se sabe, mas se sabe que certeza não se tem. Quando precisa e quer e o tempo está a favor. Se cala espera e não diz.


Transição sem palvras em busca de muitas palavras e várias línguas.Transição de idéias e pensamentos. Transição porque assim se é. Transição para poder haver a transcrição. Assim. Calada não adimitindo.

segunda-feira, 17 de dezembro de 2007

Substituam a ficha pelo cartão!

E quando a gente não consegue explicar nem entender? Por que de repente o que estava bom fica ruim quando tudo parece estar ficando melhor? Sabe quando um amigo morre e você demora a chorar? Quando você recebe notícia ruim e demora a entender? Será que é a tal da ficha? Quando meu orelhão vai aceitar cartão? Eu quero um celular de chip. Não aguento mais a máquina de datilografia. Alguém tem um PC mais moderninho para emprestar? Vai entender. Se eu não sei nem como se usa o telefone sem fio, como posso querer ter iphone para mexer? Eu acho melhor é tirar um dia em céu aberto sem rede wireless para correr o risco de se corromper. É, mas as vezes o melhor é se apegar ao que se tem certeza.Muitas vezes o risco fadiga e temos que recorrer a comida caseira da mamãe. Nasce mesmo da lama. No começo pode vir estranha, mas no fim surprende pela força e beleza. Não qualquer beleza, uma especial. Torço para que venha logo. O constante as vezes é bom e aí a maquina de datilografar é melhor. Ela não depende de uma rede, de eletricidade, da boa vontade dos hackers. Você troca a fita e continua. A determinação é sua. Só depedende do esforço próprio. Cansa, mas no fim dá certo.

terça-feira, 11 de dezembro de 2007

Quando o que valeu a pena é reconhecido



Foto by: Allan dos Reis



No final o melhor não é o quanto pagam e sim o quanto vale. "Quanto vale ou é por quilo?". Com certeza tivemos a prova de que não é por quilo e vale muito.
O reconhecimento das palavras. O reconhecimento de quem não tinha o menor compromisso em reconhecer. O reconhecimento de que somos aquilo o que fazemos.
Valeu o quilo. Valeram todos os quilos que foram carregados. O reconhecimento é somente um incentivo para prosseguir em um caminho reconhecido como o certo.
È muito bom saber que o que se gosta é também o que se sabe.
Assim, simples. Assim, complicado. Assim, inocente. Assim, responsável. Assim, objetivo. Assim, reflexivo. Assim, o primeiro de muitos.